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Jubilado

O pensamento não se reforma.

Os dons da ansiedade

23.07.18

A ansiedade sempre impulsionou o homem a dar o máximo de si. A ansiedade alimenta-se da coragem, da fúria e da teimosia. Antecipa os perigos que nos ameaçam e subtilmente, ou inesperadamente, provoca uma inquietação que nos faz interrogar e elevar perante o desconhecido. A ansiedade patológica cria medos, sofrimento e inquietações injustificadas e inúteis, mas o optimismo fundado na esperança credível é um ansiolítico inato. Enfrentar as dificuldades e os medos eficazmente através da atitude e iniciativa própria é um desafio, mas também é um dever. Perante as incertezas nada melhor que a reorientação para objectivos úteis e concretos de forma a encontrar o melhor progresso ou o menor prejuízo.  É tão simples como isso. Aceitar, passivamente, o que não se consegue mudar é recuperar a segurança e a liberdade onde reside o medo e a incerteza.

A existência sempre foi uma soma de projectos.  

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