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Jubilado

O pensamento não se reforma.

Os computadores estão cada vez mais inteligentes

01.06.18

A generalização da futilidade e a propagação da bisbilhotice dizem que é atribuída ao ócio que se foi instalando depois das privações da segunda guerra mundial. Hoje vigora a supremacia das imagens passageiras. Estas venceram indiscutivelmente as ideias porque a forma é sempre melhor que o conteúdo. A publicidade cria modas inconstantes de aparência e de diversão. As pessoas não têm memória, consciência e remorsos. A novidade, seja ela qual for, é sobrevalorizada. A informação é superficial, obviamente, porque está concentrada no espectáculo que se pretende que seja diário, abundante e quanto mais escabroso melhor.

Os computadores estão cada vez mais inteligentes, mas as pessoas estão cada vez mais estúpidas. É a civilização do espectáculo.

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