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Jubilado

O pensamento não se reforma.

A paciência torna fútil a melancolia

30.01.18

Quando abandonamos as nostalgias, o desespero e a ansiedade albergamos o presente. A paciência torna fútil a melancolia. A paciência ensina. A viver. A viver inacabado. A ultrapassar a monotonia dos dias. A suportar o insuportável e a decepção. Na revolta e no sofrimento. A tentação e o desejo. Paciência. Paciência.

A paciência não é um fardo. É um dever. O desejo de deslumbramento é uma fantasia tão persistente como inútil. Esquecer o mundo e as decepções é natural. A existência é dura e a miséria é predominante. Paciência. Paciência.

A paciência é uma virtude que dá tempo ao tempo. Tempo para ele amadurecer. Faz-nos prestar atenção aos detalhes. A valorizar as coisas. A enfrentar as dificuldades.

A paciência antecipa o fim e enfrenta-o sem olhar a nada. A força daquele que se anima torna tudo possível. Não estamos sós e sabemos disso. A busca do sentido é uma viagem muito comprida.   

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